quinta-feira, 24 de abril de 2014

Conversa comigo mesma

O dia chuvoso enche de afliçao e inunda minha vida de confuso, não é que haja duvida quanto o certo e sim quanto ao meu coraçao. 
É que mesmo ele sendo um só, ele sente varias batidas em ritimos e tamanhos diferentes, e eu sei do potencial de cada uma delas, se sei.
Que a agua que passsava como correnteza no meu par de all star que eu calçava, quase era igual a enchurrada de ideias contraditorias entre o que é bom pra mim e o que eu sinto. 
Sentinentos mudam e eu posso ficar mais feliz eu sei. 
E a falta de pontos? E os nós? E agoa que o gelo tomo meu coraçao e mesmo assim ele bate aflito. 
Aflito por um carinho que vem de mim, que vem da mais pura calma, do amor que eu sei que só eu posso me dar. 
Será? Disse minha mãe, meu analista tambem  disse nas entrelinhas que nao, que eu preciso tentar algo calmo ! 
Como gostar do bom ? 
Olha que coisa ridicula, é é sim eu gosto do que é ruim, do que azeda do que nao faz bem do que é amargo na boca. 
Porque? Porque? Porque? 
Vida que segue. 
Pelo menos voce pensa sobre isso, me consolo. 
Oi? 
Qualé, a galera que nao pensa tá mais feliz. 
Então qual é a decisao ? 
Corre... 
Mais pra onde? 
Moça você é muito confusa. 

A menina conversava com ela mesma e seus botoes e a chuva ainda caia lá fora. 

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