Chamavam de estranho o diferente, porque era tão diferente que assumia o pente, que não penteava seu cabelo todos os dias como mandava a sociedade. Nem (muito menos) se vestia de acordo com o figurino da moda, ou se rebaixava a um pedaço de carne coberto por pedaços de pano que não cobriam nada. Estranhamente, também não se maquiava de outro alguém com maquiagens de além, e muito menos vestia um personagem qualquer de revista.. era diferente.
Infelizes eram os normais, que felizmente(será?) não correriam nunca o risco de ver que não eram nada, porque não estavam nem aí pra ser alguma coisa, simplesmente não eram.
Continuavam nessa vidinha de ninguéns, vidinha dos que não sabem ser. Frequentemente, frequentavam lugares que para infelizes personagens são comuns...iam nesses lugares só pra ser mais um, igual, sem atitude de mudar de atitude. Mesmas roupas, mesma cara e mesmo jeito, tantos "eus" guardados... "eus" que preferem estar em lugares sujos de tantos ninguéns, sem nome e sem identidade própria. Talvez se encontrassem somente pra dizer que estiveram lá na sexta, gastando um dinheiro que nem de fato os pertence, só pra se inserir na posição e no lugar de mais um mascarado social...
Circulavam entre os tunt's e a bebida que já fazia todos aqueles infelizes ainda mais reféns de algo que só os transformavam em algo que não era nada.
Entre olhos endoidecidos de pessoas completamente presas, mulheres e homens se olhavam apenas como pedaços de carne. Sem nenhuma conversa sincera ou ideia boa, conformados de fato com a altura da péssima musica que não permitiria mesmo um papo...
E foi num dia desses, e em um lugar desses, que eu decidi ver pra crer toda essa maluquice de lugares lotados de gente vazia pra perceber ou ainda tentar acreditar que não era verdade, como podia tanto se esconder a verdade pura do ser? Mas eu sentia alguns olhares entrelinhas que diziam, sem a menor discrição ao julgar, sem ao menos um oi pra começar:
Infelizes eram os normais, que felizmente(será?) não correriam nunca o risco de ver que não eram nada, porque não estavam nem aí pra ser alguma coisa, simplesmente não eram.
Continuavam nessa vidinha de ninguéns, vidinha dos que não sabem ser. Frequentemente, frequentavam lugares que para infelizes personagens são comuns...iam nesses lugares só pra ser mais um, igual, sem atitude de mudar de atitude. Mesmas roupas, mesma cara e mesmo jeito, tantos "eus" guardados... "eus" que preferem estar em lugares sujos de tantos ninguéns, sem nome e sem identidade própria. Talvez se encontrassem somente pra dizer que estiveram lá na sexta, gastando um dinheiro que nem de fato os pertence, só pra se inserir na posição e no lugar de mais um mascarado social...
Circulavam entre os tunt's e a bebida que já fazia todos aqueles infelizes ainda mais reféns de algo que só os transformavam em algo que não era nada.
Entre olhos endoidecidos de pessoas completamente presas, mulheres e homens se olhavam apenas como pedaços de carne. Sem nenhuma conversa sincera ou ideia boa, conformados de fato com a altura da péssima musica que não permitiria mesmo um papo...
E foi num dia desses, e em um lugar desses, que eu decidi ver pra crer toda essa maluquice de lugares lotados de gente vazia pra perceber ou ainda tentar acreditar que não era verdade, como podia tanto se esconder a verdade pura do ser? Mas eu sentia alguns olhares entrelinhas que diziam, sem a menor discrição ao julgar, sem ao menos um oi pra começar:
- " você esta de tênis aqui ? "
-"tênis aqui ou acolá eu não uso salto moça, mas fico triste ao ver o seu olhar a me julgar por simplesmente me expressar...
-"tênis aqui ou acolá eu não uso salto moça, mas fico triste ao ver o seu olhar a me julgar por simplesmente me expressar...
Por: Gabriella Lemos... com a ajuda da minha querida Carol, digo IACI CAREIRO ! hahaha
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